sábado, setembro 10, 2011

Vogue FNO - o rescaldo (II)


E foi isto a minha perdição: Nuno Baltazar (para quem não adivinhou, a fotografia que publiquei ali mais abaixo como o sítio "onde eu vou primeiro", era a Pop-Up Store do Nuno Baltazar) e Blanco.  
Destes sapatinhos já eu tinha falado alguns posts atrás, consequência dessa "maldita" newsletter da Blanco que recebo semanalmente. O que eu descobri quando passei por lá, foi que estavam 30% mais baratos! A peça que eu comprei do Nuno Baltazar estava 70% mais barata! Como todas sabem tenho uma perdição pela roupa dele, tive que aproveitar! E desta forma, comprei a minha primeira peça de designer... do "meu" designer. Única e exclusiva! ;)

quarta-feira, setembro 07, 2011

Singulares de Lisboa, venham cá...

Sabem que eu só celebrei o 1º ano de vivência nesta cidade na semana passada. Ainda assim, pensei que já tinha dominadas todas as expressões, sotaques, sinónimos, etc... estou redondamente enganada!
Como deve imaginar, vindo eu dessa bela cidade que é o Porto, estou habituada e mandar as minhas asneiradas de vez em quando. No trabalho, e no convívio com os demais lisboetas, obviamente que isso não acontece. Vivo reprimida durante toda uma semana até chegar ao fim-de-semana e aí, juntando-me com conterrâneos, é quando estou mais à vontade. Não quero com isto dizer que digo muitas asneiras, que não digo, mas quando me magoo ou quando alguma coisa me irrita, tenho tendência para soltar um "foda-se" ou uma "merda".

Hoje estava numa reunião de trabalho e deixei cair uma caneta ao chão, baixei-me para a apanhar e bati com a cabeça na mesa. "Porra!" disse eu com toda a delicadeza, quando na minha cabeça surgia um gigante "FODA-SE!!!! PUTA DA MESA!!"
A minha directora ri-se e diz-me:
- Kat, não se dizem asneiras!
Ao que eu rapidamente respondi:
- Mas eu não disse nenhuma asneira, disse "porra"!
- Pois, mas isso é uma asneira...
- Ai é? Não sabia... peço desculpa!
- Pois, eu já te tinha ouvido dizer isso algumas vezes... sabes o que é a porra?
- ...
- A porra é o órgão sexual masculino!
- Ah... pois, não fazia ideia... --'

Ora bem, e o que eu quero saber é se é mesmo assim ou foi ela a inventar, porque ela assim um bocadinho picuinhas. É que na minha terra, o órgão sexual masculino tem outro nome que, por coincidência, é de facto uma asneira!
Vocês elucidem-me! Que nesta terra uma pessoa está sempre a aprender!

Quotes #5

"Good morning, and in case i don't see ya, good afternoon, good evening and good night!"

(Jim Carrey em The Truman Show)


Dos amores melosos

Vocês não desconfiam daqueles amores, cheios de "amor"? Assim cheios de mel e doçura e "não consigo respirar sem ti"? Quero dizer, aos 14/15 anos de idade suponho que seja normal, especialmente se se tratar do primeiro amor... mas aos 23/25? Eu não acho normal! Atenção, contra mim falo, eu sou super romântica e doce mas há limites. Mas há casos que me parecem exagerados e, na minha opinião, esta atitude numa relação esconde uma falha qualquer na mesma...

Exemplo nº1
: um "amigo do facebook" namorava há 5 meses e era sempre cheio de declarações de amor na sua página. Músicas e mais músicas e desenhos, fotografias do despertador dele dizendo "acabei de acordar e foste a primeira coisa em que pensei porque se somares os dígitos das horas a que acordei, dá a tua idade". Um álbum no facebook com fotos semi-nú (que o rapaz é bem feito não haja dúvida!) com o nome "modelo da namorada", todas as fotos com a descrição "reservado" e além disto a descrição do albúm é "Atenção, este menino tem namorada". Uma das fotos diz, "tás a ver amor, estes são os abdominais que te falei... estou a trabalhar para mantê-los para ti bebé". Tipo... é demasiado mel, demasiado...demasiado!
Não digo que eu não me exprima desta forma com um namorado meu um dia, mas se isso acontecesse, que desconfio, seria em privado!
Bem, conclusão, hoje desde cedo exprime todo o seu "ódio" e desgosto amoroso pela dita rapariga! Um dia depois de feito e publicado um vídeo dos dois no youtube. Esta disparidade de sentimentos e de intensidade tão fortes, não é normal.

Exemplo nº2:


Esta necessidade de mostrar ao mundo o sentimento que os une... percebo isso, mas assim tanto? Será que se sentem mais amados se todo o mundo souber?

Qual é a vossa opinião sobre este assunto? Este 'breath-taking love'?


terça-feira, setembro 06, 2011

A importância das refeições

As pessoas que saem à noite, sabem que existem dois tipos de noite: a que começa com um jantar e a que começa sem jantar. São duas coisas completamente diferentes e este facto - a presença ou a falta desta refeição - condiciona tudo o resto. Até por uma questão de estratégia e planeamento. Quem vai a um jantar, sabe que, à partida, a probabilidade de se desgraçar naquela noite é muito superior. E quem não o faz é - salvo raríssimas excepções - por medo disto. É o que vos digo. Um jantar é um perigo. Eu tenho mais medo de ir a jantar destes, do que atravessar o Irão abraçado ao Salmon Rushdie. Aliás, não é por acaso que quando encontramos alguém à noite que nos pareça demasiado animado, à pergunta: "Vens de onde?", é certinho que nos responderá: "Sabes como é, vim de um jantar!" E posto isto, não há nada a fazer. Encolhem-se os ombros e dá-se um abraço de compreensão, como quem diz "Pronto, está tudo perdido!" E a maioria das vezes, está mesmo.
E do mesmo modo que digo isto, também afirmo que uma noite histórica não acaba sem pequeno-almoço. Aliás, se dúvidas houvesse sobre isto - que não há - as refeições mais importantes para qualquer pessoa que perceba de nutrição nocturna são justamente o jantar e pequeno-almoço. As pessoas que saem à noite, não ligam rigorosamente nada ao almoço. E porquê? Porque estão a dormir, evidentemente. E tal como eu saberão que não há nada melhor do que comer depois de um banho na praia ou tomar o pequeno-almoço depois de uma noite de copos.
Se querem saber, gosto tanto dos dois, que já não é a primeira vez que vou para a praia dormir, depois de uma noite de copos. Poupa-se me hotel, ganha-se em bronze e podemos sempre tomar o pequeno-almoço depois de ir tomar banho. E isto sim, é perfeito.


Crónica de Fernando Alvim, na edição de Verão 2011 do jornal Metro







Agora digam-me lá quantas de vocês assinam por baixo, tal como eu, de cada palavrinha aqui escrita? Não está brilhante?